A eleição municipal da cidade brasileira de Maceió em 2024 ocorreu no dia 6 de outubro (primeiro turno) com o objetivo de eleger um prefeito, um vice-prefeito e 21 vereadores responsáveis pela administração da cidade no mandato a se iniciar em 1° de janeiro de 2025 e com término em 31 de dezembro de 2028. Se o candidato mais votado não atingisse metade dos votos (50%) mais um, haveria um segundo turno no dia 27 de outubro (domingo).[1] O prefeito titular era JHC, do PL, que esteve apto pela legislação eleitoral para disputar a reeleição.[2]
Na eleição de 2020, dez candidatos disputaram para o cargo de prefeito, sendo que chegaram ao segundo turno JHC, do PSB, e Alfredo Gaspar de Mendonça (MDB).[2]
JHC foi eleito com 222.147 votos (58,64%) contra 156.704 votos (41,36%) de seu concorrente direto, Alfredo Gaspar.[2]
No primeiro turno das eleições presidenciais, Jair Bolsonaro (PL) recebeu 240.053 votos (49,59%) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 195.714 votos (40,43%) dos eleitores maceioenses, o que fez desta capital a única do Nordeste brasileiro em que Bolsonaro ficou em primeiro lugar. 1,84% eleitores votaram branco e 3,14% nulo para presidente. Nas eleições para o governo do Alagoas, Paulo Dantas (MDB) recebeu 145.225 votos (34,05%), enquanto Rodrigo Cunha (UNIÃO) recebeu 115.841 votos (27,16%) dos eleitores maceioenses. Apenas 5,30% eleitores votaram branco e 10,54% anularam seu voto para o governo do Estado.[3]
Já no segundo turno, Jair Messias Bolsonaro (PL) recebeu 273.549 votos (57,18%) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 204.887 votos (42,82%) dos eleitores maceioenses. Os votos brancos e nulos para presidente somaram 6,7% do total no município.[4]
Eleitorado
Em junho de 2024, Maceió contava com cerca de 633.049 pessoas aptas a votar,[5] cerca de 66,09% da população total da cidade (957.916), segundo o Censo demográfico do Brasil de 2022.[6] A cidade é dividida em 5 zonas eleitorais (1ª, 2ª, 3ª, 33ª e 54ª).[7] Os eleitores tiveram até o dia 8 de maio para fazer a 1ª via ou a regularização do título junto ao cadastro biométrico.[8]
Calendário eleitoral
Calendário eleitoral divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral em 3 de janeiro de 2024[9]
Início
Fim
Atividades
Status
7 de março
5 de abril
Janela partidária para vereadores trocarem de partido visando concorrer às eleições sem perder o mandato.
Realizado
6 de abril
Data-limite para todas as legendas e federações partidárias obterem o registro dos estatutos no TSE e para todos os candidatos terem domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar as eleições com a filiação deferida pelo partido.
Realizado
15 de maio
Início da campanha de arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo para pré-candidatos, sem realização de pedidos de voto e obedecendo a regras relativas à propaganda eleitoral na Internet.
Realizado
20 de julho
5 de agosto
Realização de convenções partidárias para deliberar sobre coligações e escolher candidatos às prefeituras e aos cargos de vereador. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral.
Realizado
16 de agosto
Início das campanhas eleitorais de forma igualitária, podendo qualquer publicidade ou manifestação com pedido explícito de voto antes da data ser considerada irregular e multada.
Realizado
30 de agosto
3 de outubro
Veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
Realizado
6 de outubro
Realização do primeiro turno das eleições municipais.
Realizado
11 de outubro
25 de outubro
Veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o segundo turno.[10]
Realizado
27 de outubro
Realização de um eventual segundo turno nas cidades com mais de 200 mil eleitores em que o candidato a prefeito mais votado não tenha atingido a metade mais um dos votos válidos.
Rony Camelinho (Agir): Teve candidatura indeferida por não prestar contas de campanha eleitoral quando concorreu a cargo de deputado federal de 2022. O mesmo estava recorrendo da decisão, mas anunciou a renúncia antes do resultado.[18][19]