Celso Gavião
Celso Dias dos Santos, mais conhecido como Celso Gavião (Santos, 28 de fevereiro de 1956) é um ex-futebolista brasileiro que atuava como zagueiro.[1] CarreiraCelso Gavião iniciou a carreira no Botafogo de Ribeirão Preto, onde fora profissionalizado em 1975. Em 1978, transferiu-se para o Fortaleza e, no ano seguinte, para o Ferroviário. No clube, foi o autor do gol de falta do título estadual daquele ano[2], contra o Ceará.[3] Em 1981, foi contratado pelo Vasco da Gama, onde conquistou entre os principais títulos no clube o estadual em 1982.[4] Permaneceu no Vasco até 1983[5], quando atuou no Atlético Paranaense[6] e, no ano seguinte, defendeu o Santa Cruz e o Bahia. Em 1982 foi citado no escândalo da Máfia da Loteria Esportiva.[7] Entre 1985 e 1990, Celso Gavião atuou no futebol europeu, vestindo a camisa do FC Porto. Ganhou a titularidade depois da grave lesão de Eurico, que fraturou a perna na primeira rodada jornada do Campeonato Português. Com o Porto, foi bicampeão nacional, campeão da Europa e vencedor da Taça Intercontinental em 1987. Defesa-central sóbrio e discreto, Celso foi dragão de 1985 a 1988 (99 jogos e 16 golos) e ainda é recordado pela potência que colocava na marcação de livres diretos. Chegou a atuar em uma partida da Seleção do Resto do Mundo, ao lado de Maradona e Platini. No retorno ao Brasil, jogou no Goiás e encerrou a carreira de jogador no Ferroviário. Pós carreiraPosteriormente, atuou como treinador, comandando as categorias de base do Fortaleza. Celso Gavião foi presidente da Associação de Garantia ao Atleta do Ceará, com mandato de 2011 até 2014.[8][9] No dia 4 de março de 2013, com a saída do técnico Vica, Celso Gavião então saiu da base para ser interino do Fortaleza.[10] Com a chegada do novo comandante, fora efetivado como auxiliar-técnico de Hélio dos Anjos no Tricolor do Pici.[11] Celso é dono de uma padaria no Bairro do Castelão, em Fortaleza.[12] Títulos
Referências
|